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Towards a complete classification of the Neotropical thorny catfishes (Siluriformes: Doradidae)
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Towards a complete classification of the Neotropical thorny catfishes (Siluriformes: Doradidae)

Mark Henry Sabaj and Mariangeles Arce H.
Neotropical ichthyology, v 19(4)
2021
url
https://doi.org/10.1590/1982-0224-2021-0064View
Published, Version of Record (VoR) Open

Abstract

Abstract We propose a revised classification of Doradidae based on phylogenetic analyses of sequence data for one nuclear (rag1) and two mitochondrial (co1, 16s) genes, and corroborated by caudal-fin morphology. The molecular dataset comprises 174 doradid specimens representing all 31 valid genera, 83 of the 96 valid extant species and 17 species-level taxa that remain undescribed or nominally unassigned. Parsimony and Bayesian analyses of molecular data support six major lineages of doradids assigned here to three nominal subfamilies (Astrodoradinae, Doradinae, Wertheimerinae) and three new ones (Acanthodoradinae, Agamyxinae, Rhinodoradinae). The maximum parsimony topology of Doradidae was sensitive to ingroup density and outgroup age. With the exceptions of Astrodoradinae and Doradinae, each subfamily is diagnosed by caudal-fin characteristics. The highest degree of fusion among skeletal elements supporting the caudal fin is observed in Acanthodoradinae and Aspredinidae, lineages that are sister to the remaining doradids and aspredinoids (i.e., Auchenipteridae + Doradidae), respectively. Fusion among caudal-fin elements tends to be higher in taxa with rounded, truncate or emarginate tails and such taxa typically occupy shallow, lentic habitats with ample structure. Caudal-fin elements are more separated in taxa with moderately to deeply forked tails that occupy lotic habitats in medium to large river channels. Resumo Propomos uma classificação revisada de Doradidae baseada na análise filogenética de dados moleculares dos genes rag1, co1 e 16s, e suportada pela morfologia da nadadeira caudal. A matriz molecular inclui 174 espécimes de doradídeos representando os 31 gêneros válidos, 83 das 96 espécies viventes e 17 táxons não descritos ou nominalmente não designados. As análises de parcimônia e bayesiana suportam seis linhagens principais de doradídeos atribuídas a três subfamílias nominais (Astrodoradinae, Doradinae, Wertheimerinae) e três novas subfamílias (Acanthodoradinae, Agamyxinae, Rhinodoradinae). A árvore de máxima parcimônia de Doradidae é sensível à densidade de grupo interno e a idade do grupo externo. Com exceção de Astrodoradinae e Doradinae, cada subfamília é diagnosticada por características da nadadeira caudal. Dentro da família Doradidae e da superfamília Aspredinioidea (Aspredinidae, Auchenipteridae e Doradidae), o maior grau de fusão entre os elementos da nadadeira caudal é observado nas linhagens mais antigas, Acanthodoradinae e Aspredinidae, respectivamente. A fusão entre os elementos da nadadeira caudal é maior em táxons com a caudal arredondada, truncada ou emarginada e esses táxons normalmente ocupam habitats lênticos rasos. Os elementos da nadadeira caudal são mais separados em táxons com a cauda bifurcada ocupando habitats lóticos em canais de rios médios a grandes.

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